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VOZES NA ESCURIDÃO / John Kingsport

Vozes na Escuridão é uma obra de terror gótico ambientada em um clima sombrio e contagiante e, portanto, filha direta dos mestres do passado H.P Lovecraft e Edgar Allan Poe. O terror no livro se dilui em 05 contos onde o macabro e o paranormal se tornam fazem presentes através de dramas psicólogos profundos e perturbadores. Vozes na Escuridão nasceu da influência da escrita dos grandes mestres do terror.


A realidade da morte, o terror inesperado, o oculto, o sobrenatural... Enfim, todos os medos que estão sempre ali, à espreita, são os assuntos reunidos na coleção de contos de estreia de John Kingsport. São histórias pesadas, chocantes, e que ainda trazem um forte apelo à reflexão e à crítica social. Nesse livro, a literatura de fantasia ganha mais um filho, que certamente será acolhido pelos amantes do gênero. 


“O demônio dentro de mim urrava de desejo e exigia loucamente o sangue das crianças que agora despertavam com gemidos lentos e abafados, enquanto o vento zunia ao redor da torre e os lobos uivavam suplicantes 

e pareciam encantar a própria lua...”


“... não sei ao certo quanto tempo permaneci naquele estado de prostração e descontrole, pois o gotejar do sangue no assoalho soava como um trovão em meus ouvidos e se fazia confundir com as explosões da dinamite, com as quais os aldeões estavam agora a derrubar a porta de aço do meu castelo.”


Inevitavelmente algumas pessoas tentarão governar você... Com todos aqueles conselhos sobre como viver, sobre o que dizer e como se vestir, sobre o que você pode e o que não pode fazer, e, especialmente, sobre qual sonho você tem de seguir... Embora as intenções delas pareçam boas, elas terminarão por usar e abusar da manipulação que exercem sobre você... Portanto, esqueça-as!!! Antes que termine esquecendo-se de ser você mesmo!
John Kingsport


O autor desde tenra idade foi exposto as grandes obras literárias como a Eneida e a Odisseia. Amante do teatro e literatura, decidiu estudar Psicologia. Durante mais de 10 anos viajou pelas Américas a trabalho donde extraiu a diversidade de culturas expostas no livro. Autor atualmente escrevendo Amanhecer Sombrio, o próximo volume da trilogia de Vozes na Escuridão.


Serviço:


Vozes na Escuridão

John Kingsport

Scortecci Editora

Contos

ISBN 978-85-366-4814-9

Formato 14 x 21 cm 

140 páginas

1ª edição - 2016

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TIÃO LIVRINHO SEBASTIÃO NERY / Maria Fernandes Antunes (coord.)

 

“Em Viver para contar, publicado em 2003, Gabriel García Márquez disse, mais ou menos, que é preciso contar histórias, mesmo que muitas vezes nem sempre como elas aconteceram, mas como a gente lembra para contar.” O importante é manter as histórias vivas. É o que estamos fazendo, contando como lembramos o que aconteceu.
Luiz Gonzaga Mineiro da Silva


Sebastião Nery nasceu em Pouso Alto (MG) em 28 de julho de 1932 e morreu em 10 de junho de 2025, em Carmo de Minas (MG). Não se exige de um relato de memórias o rigor de um relato histórico. Há que se considerar que o tempo passado é visto sob uma ótica pessoal, na qual estão presentes pontos de vista e sentimentos. Para mim as memórias são, ao mesmo tempo, recortes e sínteses da realidade social. Falam do passado com o olhar do presente contribuindo para a existência do futuro. Nesse sentido, ler o livro Tião Livrinho — Sebastião Nery, o incansável militante permite aos mais velhos reviver o que passaram, ainda que vivido de forma diferente. E aos jovens pode estimular e ajudar a entender as raízes das lutas constituintes do presente e do futuro. Pode aproximá-los, ou não, da luta do Tião e de multidões de outros que viveram com o mesmo objetivo: lutar por um mundo mais justo para todos. Este livro nos diz: Tião vive!
Maria Fernanda Antunes


Tião era um tipo carismático, contador de histórias, orgulhoso de sua trajetória e ansioso por compartilhá-la com o mundo. Neste livro, somos convidados a embarcar em uma jornada pelo coração do Brasil, uma odisseia pessoal que se desenrola desde a tranquilidade da roça até o vibrante pulsar da metrópole, e de volta às raízes mais profundas. Não se trata apenas de uma cronologia, mas de uma exploração dos ecos do passado, onde cada lembrança é uma janela para a formação de um indivíduo e para as transformações de uma sociedade.
Jacqueline Quaresemim


Serviço:


Tião Livrinho

Sebastião Nery,

O Incansável Militante

Maria Fernandes Antunes (coord.)

Scortecci Editora

Biografia

ISBN 978-85-366-7505-3

Formato 14 x 21 cm 

240 páginas

1ª edição - 2026

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SABER-SE INTERIOR / Bete Cunha

Quando pequena, filha única de pai e mãe operários, muito curiosa, sempre solitária e bastante observadora, procurava desde menina entender e desvendar o mistério da vida e da existência. Éramos pobres e vivíamos sob o salário mínimo. Assim, quase não tinha brinquedos e, nessas condições, a imaginação era desafiada permanentemente a criar cenários de interação com outras crianças e outros seres diversos, fossem eles concretos ou abstratos. O que mais me encantava era passar horas no quintal de terra de nossa casa, observando os caracóis e imaginando a vida deles com suas casinhas às costas. Tinha ganhado da Dona Diva, minha professora do 1º ano primário, um livro de presente por ter tirado a maior nota da sala, chamado As Aventuras D’el Rei Dom Caracol. Era o primeiro e único livro que tinha e que li e reli incontáveis vezes para entender como viviam e como, ao menor sinal de perigo, rapidamente entravam em suas conchas-moradia. Hoje, tal qual o caracol, procuro nesses poemas entender por que quero voltar a minha concha e saber-me interior.
Bete Cunha


Bete Cunha nasceu e cresceu em São Caetano do Sul, educada nos valores da cultura popular e operária. Filha de mãe brilhante, amorosa mas muito austera, foi criada com muito rigor e pouca infância. A imaginação cresceu para substituir as brincadeiras e a convivência com outras crianças. Frequentou escola pública no curso primário e o Colégio Nossa Senhora da Glória, de irmãs franciscanas, no ginásio. No ensino médio, formou-se em Química Industrial, passando a trabalhar em empresas da região. Aluna da escola de teatro na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, ao mesmo tempo em que cursou dois anos de Ciências Sociais no Centro Universitário Fundação Santo André. Casou-se em 1972 e, um ano depois, ingressou no curso de Filosofia da USP. Em 1978 nasceu sua filha Clarissa. Publicou seu primeiro livro de poemas, Alma de nosotros, com o pseudônimo de Ana Terra, concebido como tantos de sua geração, nas regiões do medo, da angústia e das perseguições de todos os tipos. Nasceu André Luiz, seu segundo filho, em 1984. Mestre em educação, foi professora de Ética, Filosofia Geral e da Educação em diversas faculdades paulistas. Funcionária pública de 1982 a 2016, participou e coordenou inúmeros projetos em políticas públicas, sempre buscando a participação popular e o fortalecimento da cidadania. Hoje, depois de toda essa caminhada, volta-se para seu interior.


Serviço:


Saber-se Interior

Bete Cunha

Scortecci Editora

Poesia

ISBN 978-85-366-7506-0

Formato 14 x 21 cm 

68 páginas

1ª edição - 2026

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OS AMORES DE FRANÇOISE / Paulo Cordeiro Saldanha

Este romance retrata um fato muito comum que tem ocorrido nas melhores famílias, não só no Brasil, mas em diversos países: o assédio de um padrasto em cima de sua enteada e, pior, menor de idade. Há diversas ocorrências em todas as regiões de nosso imenso país. Poder-se-ia dizer que o enredo é uma ficção, mas não é verdade! Por ser caso recorrente, Paulo Cordeiro Saldanha buscou inspiração em muitos fatos que integram a historiografia universal. E foi a campo pesquisar, ler, garimpar — enfim, investigar, aprofundar, explorar, catar, “escacaviar” (diria a professora Lenir Messias de Almeida, uma amiga muito querida), escarafunchar e escavar situações semelhantes. E eis que diversas verdades se lhe chegaram aos olhos e ao entendimento! Assim, foi composta a narrativa de Os Amores de Françoise, a Francesinha da Peste. Espera-se que os leitores aprovem o que neste livro está exposto...


Paulo Cordeiro Saldanha é guaporense de Guajará-Mirim, Rondônia (nasceu quando a região era Território Federal do Guaporé). Advogado e hoteleiro, foi presidente de dois bancos estaduais (Rondônia e Roraima), diretor de um banco federal (Basa) e diretor-geral do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região. Foi agraciado com a Comenda Marechal Rondon, outorgada pelo governo de Rondônia, e a Comenda do Forte São Joaquim, concedida pelo governo de Roraima, por serviços prestados aos dois estados. Pela Marinha da Bolívia, recebeu o Grau de Comendador. Seu romance O Presente do Grego foi premiado pela União de Escritores do Rio de Janeiro em 2022. É articulista dos sites Gente de Opinião (www.gentedeopiniao.com.br), de Porto Velho (RO), A Pérola do Mamoré (aperoladomamore.com.br), de Guajará-Mirim (RO), e da Tribuna Popular (tribunapopular.com.br), de Cacoal (RO). Os Amores de Françoise, a Francesinha da Peste é seu décimo terceiro livro publicado. Tem outros dois já escritos; um deles é Uma Flecha Atirada ao Infinito, cujo trabalho literário procura presentear os homens e mulheres de sua geração com suas vivências e experiências como bancário e executivo de instituições financeiras, principalmente. É membro e foi presidente-fundador da Academia Guajaramirense de Letras (AGL) e é integrante efetivo da Academia de Letras de Rondônia (ACLER).


Outras obras publicadas:

1. O Alferes e o Coronel

2. O Oráculo da Candelária

3. Esperança, 50 Anos Depois

4. Crônicas Guajaramirenses — Prosa que Desemboca em Saudades

5. A Regenerada Comborça

6. Os Três Xerifes da Fronteira

7. Crônicas Guajaramirenses — Prosa que Desemboca em Humor

8. Crônicas Guajaramirenses — Prosa que Desemboca em Reconhecimento

9. O Presente do Grego

10. Assim Seria se Fosse... E Foi!

11. Um Tenente Entre os Nativos

12. A Ferrovia de Deus: Entre os Brancos e os Originários


A publicar:

1. Um Rio entre Bravos e o Forte

2. Uma Flecha Atirada ao Infinito


Serviço:


Os Amores de Françoise,

A Francesinha da Peste

Paulo Cordeiro Saldanha

Scortecci Editora

Romance

ISBN 978-85-366-7501-5

Formato 14 x 21 cm 

180 páginas

1ª edição - 2026

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BREVIDADES DA ALMA / Ivaneide Barboza

Brevidades da alma não se limita à evocação das sombras. Ao lado da saudade, da tristeza e da melancolia, floresce a esperança. Essa força discreta, porém resistente, que sustenta o espírito humano mesmo em meio às maiores provações. A esperança, na poesia, não é ingenuidade; é escolha. É o gesto de acreditar que, apesar das perdas e das dores, há sempre possibilidade de renovação. Nos textos aqui reunidos, a esperança e a gratidão aparecem como a aurora que sucede a noite, como sementes que germinam na terra árida, como palavras que se erguem contra o silêncio opressor, conduzindo o leitor da contemplação da dor ao vislumbre de novos horizontes. E, permeando todos esses sentimentos, encontra-se o amor. Tema inesgotável da tradição milenar na escrita poética. Amor que é encontro e desencontro, júbilo e sofrimento, promessa e memória. Amor que se dirige ao outro, mas também ao mundo, à natureza, à vida e à própria linguagem. [...] Nestas linhas ele assume múltiplas faces: amor romântico, amor filial, amor fraterno, amor idealizado ou concreto. Em cada uma delas, percebem-se as tentativas de compreender o mistério que une e transforma os seres humanos. A composição desses eixos temáticos não é casual. Eles se entrelaçam e se complementam, compondo um mosaico afetivo que espelha a complexidade da brevidade humana. 

Ivaneide Barboza é natural de Águas Belas, interior de Pernambuco, professora de Língua Portuguesa, especialista em Literatura Brasileira e Inteligência Emocional. Participou das antologias poéticas Impressões literárias, O construtor de amigos e Tempo insólito, todas pela Scortecci Editora. É autora dos livros Dito e feito — 250 ditados populares; origens e significados, pela Editora Olyver, e Fragmentos da alma, pela Lema Edições. Apaixonada pela escrita poética desde muito jovem, acredita no poder transformador da educação. Encontrou na poesia um espaço de expressão, reflexão e sensibilidade. Sua escrita transita entre as emoções humanas, as experiências cotidianas e os afetos que moldam a existência, revelando um olhar atento e acolhedor sobre a vida. Com linguagem delicada e autêntica, seus versos convidam o leitor a percorrer caminhos de autoconhecimento, memória e sentimento.


Serviço:


Brevidades da Alma

Ivaneide Barboza

Scortecci Editora

Poesia

ISBN 978-85-366-7511-4

Formato 14 x 21 cm 

68 páginas

1ª edição - 2026

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COMO CUIDAR BEM DO SEU CORAÇÃO / Elvio Marques da Silva

Em Como cuidar bem de seu coração, o leitor encontra conhecimento científico atualizado e apresentado de forma clara sobre as doenças do coração mais comuns e frequentes, com ênfase na prevenção, e conceitos alinhados às diretrizes nacionais e internacionais das sociedades de cardiologia no Brasil e no exterior. Nos trinta e sete capítulos, frutos de artigos publicados para a população, são apresentados os mais variados assuntos referentes à saúde do coração, desde doenças mais comuns, como hipertensão arterial, ataque cardíaco ou infarto do miocárdio, até a doença das valvas. A importância das vacinas, os efeitos do álcool, tabagismo, sobrepeso e obesidade estão presentes. A mudança no estilo de vida, os alimentos amigos e inimigos do coração são detalhados. Novos exames para o diagnóstico da arteriosclerose estão descritos, bem como a relação entre a covid-19 e o coração. Aborda-se ainda a espiritualidade e sua importância, além das dificuldades do paciente cardíaco no tratamento e entendimento de sua doença. A pressão alta ou hipertensão arterial aparece com muita ênfase em vista de sua enorme frequência em nosso meio, com alertas importantes. Enfim, este livro expõe décadas de aprendizado em enfermarias e atendimentos na cardiologia e tem como propósito, através de linguagem simples e textos objetivos, levar informação à população sobre como fortalecer e cuidar bem de seu coração. Cabe a cada um de nós conhecer, aprender e prevenir as doenças do coração, principal foco desta singela obra.


ELVIO MARQUES DA SILVA diplomou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá em 1982. Fez especialização em Cardiologia Clínica no Hospital da Beneficência Portuguesa em São Paulo, no Instituto de Doenças Cardiopulmonares, equipe do Professor E. J. Zerbini, e na Fundação Lucas Machado, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Tem mestrado em Infectologia pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, tendo publicado estudos sobre Doença de Chagas. Lecionou durante quinze anos na Universidade de Itaúna (MG). Publicou inúmeros trabalhos científicos sobre hipertensão arterial em congressos médicos. Fez especialização em Geriatria pela Faculdade Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Criou a Clínica do Coração em 2015 em Itaúna. É médico responsável pela Instituição de Longa Permanência de Idosos ASSOPOC, em Crucilândia (MG). Trabalha como clínico e cardiologista há mais de quarenta anos na enfermaria de clínica médica (SUS) do Hospital Manoel Gonçalves de Souza Moreira, em Itaúna. Foi secretário de Assistência e Desenvolvimento Social por cinco anos na Prefeitura da mesma cidade. É membro da Academia Itaunense de Letras, cadeira 25, cujo patrono é o Professor Darcy Ribeiro. Atualmente faz especialização em Medicina da Família e Comunidade pela Faculdade Sírio Libanês, de São Paulo. Por intensa e extrema preocupação com o meio ambiente, o ser humano e a cidadania, é idealizador e coordenador da ONG Vida e Natureza. Seu aprendizado e lema consistem em não desistir de seus sonhos, através de três atitudes: trabalhar, estudar sempre e persistir em seus objetivos na vida.


Serviço:


Como Cuidar Bem de Seu Coração

O que Você Precisa Saber para Deixar seu Coração Saudável

Elvio Marques da Silva

Scortecci Editora 

Medicina

ISBN 978-85-366-7472-8

Formato 14 x 21 cm

120 páginas

1ª edição - 2026

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CHUCK & LIA: NO FUNK COM AMOR / Alfredo Assumpção

A música “Chuck & Lia no Funk com Amor” representa, na sua plenitude, mais do que o livro de mesmo nome, que vai além de um simples romance. O livro é uma confissão de amor que se eterniza nas suas páginas. Nele o Funk se torna a sublimação do amor dos personagens, tendo a banda Rio Sound in Black colorindo e ritmando o enredo. É um passeio feliz desde os anos 1960 até os dias atuais, no Brasil e nos EUA. Não é apenas literatura romanceada na forma de ficção, mas a história viva do Funk em todas as suas vertentes. O fundo musical conta com 32 Funks em todos seus estilos. Recomendo fortemente a leitura do romance e ouvir as músicas ou assistir os vídeos, incluindo a banda Rio Sound in Black. Seja feliz com a leitura, ouvindo as canções e dançando nesse verdadeiro conto de fadas. O Funk aqui sendo ouvido é apenas uma introdução da grandeza desse livro idílico, que nos leva ao paraíso literário de alto nível, com músicas que tentam completar a viagem. Essa que nunca termina, porque reinará absoluta no imaginário dos leitores, através dos seus próprios sentimentos e poder de imaginação, eternizando-se nas suas almas. E, viva o Funk romanceado, tocado, cantado, dançado e sentido. 

Romance idílico que conta a história de quatro gerações tendo como pano de fundo a história do Funk, desde sua origem nos anos 1960 até a década de 2020. Tem como personagens principais o casal Chuck e Lia, além da banda Rio Sound in Black. Mostra o Funk em todas as suas vertentes, destacando os grandes artistas internacionais e brasileiros que fizeram e fazem do gênero o atual estilo mais tocado nas plataformas digitais e shows locais e internacionais. A história mostra a chegada do Funk ao Brasil e como se adaptou à cultura local até termos atualmente o Funk Brasileiro como um dos Funks mais admirados e aplaudidos em todo o mundo. O livro é a presença viva do amor em família tendo a música como alicerce cultural do romance. 


Um romance no funk?... Quem diria? E podia.

Porque eu queria. Meu coração pedia.

No meu peito a folia. E veio a magia.

Encanto e poesia. Tudo em harmonia.

A criança eu paria. Era meu livro que nascia.

Amei essa cria. Pura fantasia.

Criei Chuck e Lia. Eles amavam e eu fazia.

Nada em mim doía. Eu muito ria.

Porque a alegria viria.

Novamente, tudo faria.

A você abraçaria e beijaria.

Mil vezes beijaria.

Alfredo Assumpção

COMOVIDO COM O FUNK - O redemoinho começou sem aviso. Quando o som do meu teclado fazia brotar vida na tela do meu computador tocando funk. O mistério que o cercava desmoronou, dando lugar a uma avalanche de vida pura. Não era apenas música; era a crônica viva de um Brasil que pulsa na urgência. Em cada linha escrita, vi-me subitamente cercado por uma dualidade avassaladora. De um lado, a acidez do abandono social e a tristeza das histórias interrompidas; de outro, a beleza da entrega, a alegria que brota do asfalto e a força da recuperação. O “batidão” impiedoso carregava amores, desencontros e encontros, transformando dor em felicidade com uma facilidade que desafia a lógica. Olhando para essa trajetória — que brotou tímida nos anos 1960 e explodiu como o maior fenômeno do país nos anos 2020 —, meu peito apertou. Digitando o romance, a emoção transbordou. Fiquei paralisado, sem saber se chorava pelo peso da realidade ou se sorria diante da riqueza e do triunfo de uma cultura que resolveu se manter viva. O funk nunca foi apenas um mistério a ser decifrado; ele é um redemoinho de vida pura. Nesta obra sensível e avassaladora, o leitor é convidado a mergulhar em uma crônica viva que atravessa gerações. No centro desse turbilhão rítmico estão Chuck e Lia. Através de duas trajetórias entrelaçadas, caminhamos por um território onde a beleza e a acidez coexistem, e onde a alegria da dança esbarra, a cada esquina, na tristeza do abandono. Com muito amor, sem desencontros, numa busca incessante pela felicidade, a jornada desses dois personagens maravilhosos encapsula a alma de um movimento que sabe como ninguém transformar a dor em triunfo, a solidão em amor. Prepare-se para uma leitura emocionante, que transborda em cada página. Um livro que faz o peito apertar e a alma vibrar, deixando-nos sem saber se choramos pela dureza da realidade ou se sorrimos diante da beleza invencível de uma cultura que se recusou a ser silenciada. Meu objetivo foi trazer mais felicidade do que tristeza; mais amor do que ódio; mais riso do que choro; mais esperança do que sentimento de abandono. Fiquei muito feliz no final. Espero que você também se sinta feliz com a leitura de Chuck & Lia — No funk com amor.

Alfredo Assumpção


Serviço:


Chuck & Lia

No Funk com Amor

Alfredo Assumpção

Scortecci Editora

Ficção

ISBN 978-85-366-7424-7

Formato 14 x 21 cm 

416 páginas

1ª edição - 2026

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NÚCLEO DE DIVULGAÇÃO DE ENERGIA - VOL. I / Aluizio Mercado

Tudo na vida envolve, de uma forma ou de outra, energia. Os indicadores sociais e estatísticos comprovam que a renda per capita em diferentes grupos socioeconômicos influencia diretamente o modo como a energia é utilizada. A chamada pressão ecológica — consumo de alimentos, materiais e energia, ou simplesmente consumismo — aponta para sérios desafios de sustentabilidade. Relatórios mostram que o uso de recursos pelo homem já excedeu em 42,5% a capacidade de renovação da biosfera. Para manter os padrões atuais de consumo de uma população de 8 bilhões de pessoas, seria necessária quase meia Terra a mais. Os países ricos consomem mais do que o dobro de seu quinhão ambiental. Se toda a humanidade tivesse o mesmo padrão de consumo, seriam necessárias pelo menos duas Terras adicionais. Esse desequilíbrio acaba esgotando os recursos dos países pobres. A biotecnologia e os alimentos transgênicos poderiam ajudar a combater a fome? Talvez. Mas o problema não é apenas comida: envolve água, clima, lençóis freáticos esgotados, efeito estufa e buraco de ozônio. A verdadeira dificuldade está na distribuição de renda. A solução exige cooperação internacional, pois interessa a todos os grupos envolvidos.


O que veremos

A energia e o homem

O setor produtivo

O transporte

O sistema elétrico

O consumismo

O desenvolvimento

O meio ambiente

O Núcleo de Divulgação de Energia

Não é um “museu” da energia, mas um espaço de interação, como a própria palavra energia sugere. Aqui buscamos:

Ensinar

Divulgar

Discutir

Valorizar

Respeitar

Sempre com simplicidade, desenvolvendo no aluno e na sociedade a consciência de que a Energia é a essência da Vida.

“Na Natureza, energia não se produz nem tampouco se destrói, somente se transforma.”

Objetivo

Este espaço físico, denominado Núcleo de Divulgação de Energia, é uma ideia a serviço da Educação. Nada mais, nada menos.


Serviço:


Núcleo de Divulgação de Energia - Vol. 1

Um Espaço Didático para Abordar: Energia, Meio Ambiente, Desenvolvimento, Educação

Aluizio Mercado

Scortecci Editora 

Meio Ambiente

ISBN 978-85-366-7484-1

Formato 21 x 28 cm 

300 páginas

1ª edição - 2026

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DIREITO E NOVOS HORIZONTES / Ana Flávia Paulinelli Rodrigues Nunes / Fábio Antunes Gonçalves (coordenadores)

Direito e novos horizontes: estudos coletivos sobre desafios e perspectivas do Direito é uma obra coletiva coordenada por Ana Flávia Paulinelli Rodrigues Nunes e Fábio Antunes Gonçalves, que reúne reflexões de pesquisadores comprometidos com a análise crítica das transformações que marcam o cenário jurídico contemporâneo. O livro oferece uma abordagem plural e interdisciplinar, promovendo o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e incentivando a construção de respostas inovadoras para os desafios impostos pelas constantes mudanças sociais, tecnológicas, econômicas e institucionais.


Os capítulos exploram temas atuais e relevantes, apresentando distintas perspectivas teóricas e práticas que enriquecem o debate acadêmico e contribuem para o aperfeiçoamento da pesquisa e da atuação profissional. Ao reunir autores com experiências diversas, a obra evidencia a importância da produção científica colaborativa como instrumento para compreender a evolução do Direito e fortalecer seu compromisso com a justiça, a cidadania e a efetividade das instituições.


Hoje, escrever a apresentação deste livro é também uma oportunidade de olhar para trás e agradecer a quem plantou as primeiras sementes da nossa história. Por isso, abrimos este espaço para prestar uma justa e carinhosa homenagem ao Prof. Dr. Marco Antonio de Sousa Leão.

Mais do que um grande dirigente, o Prof. Dr. Marco Antonio de Sousa Leão foi o coração e a mente por trás do nascimento do curso de Direito do Centro Universitário de Formiga — UNIFOR-MG. Com paciência, dedicação diária e um brilho nos olhos que sempre contagiou alunos e colegas, ele não mediu esforços para transformar um sonho em realidade. Se hoje colhemos os frutos de um curso de Direito forte e respeitado, é porque ele caminhou na frente, abrindo caminhos com sua liderança humana e inspiradora. Esta obra também carrega a sua marca.

Ana Flávia Paulinelli Rodrigues Nunes - Coordenadora e professora do curso de Direito do Centro Universitário de Formiga — UNIFOR-MG

Fábio Antunes Gonçalves - Ex-coordenador (2010-2023) e professor do curso de Direito do Centro Universitário de Formiga — UNIFOR-MG


Autores:

Alanna Isabelly Silva e Gabriel

Aline de Souza Godinho

Altair Resende de Alvarenga

Ana Carolina Pereira Paiva

Ana Flávia Paulinelli Rodrigues Nunes

Ana Júlia Alves Rodrigues

Bruno Alvarenga Ribeiro

Carla Aparecida Alves Leitão

Elianne Christine Lemos

Fábio Antunes Gonçalves

Gabriel de Oliveira Lovo

Gabriela Costa Viana

Giovanna Aparecida Alves

Gustavo Jean Bittencourt de Castro

Igor Lourenzo Frade

Lucas Chaves Mascarenhas

Luciana de Melo Fraga

Mardem Leandro Silva

Maria Fernanda de Lima Moura

Maryana Espíndola Bitencourt

Nélida Reis Caseca Machado

Roberta Kelly Machioni de Andrade

Taynara Silva Duarte


Serviço:


Direito e Novos Horizontes

Estudos Coletivos Sobre Desafios e Perspectivas do Direito

Ana Flávia Paulinelli Rodrigues Nunes (coord.)

Fábio Antunes Gonçalves (coord.)

Scortecci Editora 

Direito

ISBN 978-85-366-7502-2

Formato 16 x 23 cm 

244 páginas

1ª edição - 2026

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DO CAOS, POESIA! / Noêmia Figueiredo / Ramilly Vieira

Temos aqui um livro de poemas inéditos de autoras arrojadas, determinadas e valentes que vencem a si mesmas todos os dias. Usam suas canetas (ou teclas) cheias de fúria, dor, dúvidas, indignação, euforia, alegrias e tristezas para expressar essa mistura de emoções e sentimentos caóticos, construindo, assim, seus versos cotidianos. Uma delas está em construção, desenvolvendo a escrita com suas observações e aspirações de adolescência. Tem uma estrada inteira pela frente como folhas novas para rabiscar. A outra afirma que também está em construção, mesmo já tendo seguido por várias trilhas, becos e vielas. Diz que se perdeu por elas, mas escrever sempre foi sua bússola. Conheçam Noêmia Figueiredo e Ramilly Vieira!


Noêmia Figueiredo (Tia Billy), natural de Senhor do Bonfim (BA), é autora do livro Das gavetas do meu peito, que traz registros de poemas escritos em diversas fases da vida em forma de catarse, desabafo, auto-análise e autoconhecimento. Fez o lançamento da obra em 17 de maio de 2025 na Livraria Martins Fontes, em São Paulo (SP). Em 14 de junho de 2025, fez nova sessão de autógrafos na Bienal Rio pela Editora Autografia. Em julho de 2025, esteve em Paraty para o lançamento da coletânea Elas poetas: Movimento literário, pela Viratempo Editora, durante a FLIP. Aprendiz de Escrita Livre Terapêutica (APELTE), como se denomina, acredita que a escrita e a poesia têm poder transformador e regulador de emoções. Atualmente mora em Bertioga, litoral norte paulista, onde segue escrevendo em folhas avulsas...

Ramilly Vieira (Mey) é estudante do terceiro ano do ensino médio na Escola José Porphirio da Paz, na região do Jardim Ângela, em São Paulo (SP). Faz poesia para desabafar e dar sentido à sua vida.


Serviço:


Do Caos, Poesia!

Noêmia Figueiredo

Ramilly Vieira

Scortecci Editora 

Poesia

ISBN 978-85-366-7497-1

Formato 14 x 21 cm 

68 páginas

1ª edição - 2026

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MEMÓRIAS: AUMENTEI, MAS NÃO INVENTEI / Benedito Simão de Vasconcellos

Benedito Simão de Vasconcelos nasceu em Campo Maior (PI). É filho de Manoel Hermógenes de Vasconcelos e Ana Eudoria de Vasconcelos. Em janeiro de 1957, mudou-se de sua cidade natal para Fortaleza (CE) para fazer o curso científico. Em 1958, trabalhou no Banco de Crédito Comercial. Prestou, em 1961, concurso para o Banco do Brasil na cidade de Aracati (CE). Tomou posse em Mossoró (RN) em junho de 1962. Em 1970, concluiu o curso superior em Ciências Econômicas e passou a lecionar essa matéria na Faculdade de Economia até sua transferência para o Banco do Brasil de Itabaiana (PB) em 1972. Posteriormente, trabalhou como gerente em Macau (RN), Manaus (AM), Iguatu (CE), Maranguape (CE) e Fortaleza (CE), na Agência Praça dos Correios, onde se aposentou em 1990. Desde então, passou a escrever suas memórias, experiências de vida, história e causos que hoje fazem parte deste Memórias — Aumentei, mas não inventei.

Tudo que vivemos se transforma em memória, mas com o tempo se modifica e, às vezes, vira história. Nas páginas que seguem, não apresento contos de pretensões literárias. São textos de assuntos diversificados, no meu entender, pitorescos, sem maldades, engraçados e escritos do mesmo modo que os conto oralmente. Todos foram vividos ou presenciados por mim nos muitos lugares onde morei. Há passagens da minha infância, cenas domésticas de meus pais, irmãos, irmãs. Há cenas pitorescas, cenas que inspiram saudades do tempo de menino vivido na Rua da Lagoa, em Campo Maior (PI), e de muitos lugares onde morei, temperados com doses de nostalgia e, muitas vezes, com toques de exagero, que sempre tive ao contar minhas histórias para tornar sua leitura mais agradável. Como sabemos, a diferença entre uma história real e um causo é que, neste último, a gente dá uma ajeitada para a história ficar mais saborosa. Pois bem, confesso que não resisti à tentação e, em muitos episódios, exagerei, enfeitei, aumentei, mas nunca inventei — tudo com a intenção de arrancar de quem vier a “lerdar” algumas risadas. Já sou muito idoso. Nunca tive medo da velhice nem da morte. Trabalhei desde novo. Fiz tudo que gostava. Conheci pessoas de valor e gente ruim. Sempre gostei de contar anedotas. Tenho amigos. Gosto de rir. Tive casamentos maravilhosos. O primeiro com Odele Perdigão, união que me abençoou com três filhos: Ana Osmira, Cristiano Jorge e Diana Angelica. O segundo, após a viuvez, com Juçara Ibiapina, conterrânea de Campo Maior, a quem tive a sorte de encontrar casualmente. Ela me fez abrir novamente o coração e me encheu de felicidade, trazendo muita paz, sorrisos e cumplicidade. As maiores lições que aprendi vieram de conversas informais e imprevistos que cruzaram meu caminho nas ruas, praças, esquinas e trabalho. Os relatos deste livro são um fragmento da minha trajetória que me moldaram enquanto ser humano. Por isso, resolvi compartilhar para que você, leitor, aproveitando que a vida é curta, reviva seu baú de memórias e dê boas gargalhadas.
Benedito Simão de Vasconcelos

Serviço:

Memórias 
Aumentei, Mas Não Inventei
Benedito Simão de Vasconcellos
Scortecci Editora 
Autobiografia
ISBN 978-85-366-7504-6
Formato 14 x 21 cm 
184 páginas
1ª edição - 2026
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SENZALA / Margarete Monteiro Pinto

A senzala não ficou no passado. Ela continua nas brechas do presente: na desigualdade, no silêncio, na dor que atravessa gerações. Senzala: feridas abertas escancara a história que o Brasil tenta esquecer. Com coragem e sensibilidade, este livro dá voz a quem foi silenciado e mostra como as marcas da escravidão ainda sangram na nossa sociedade. É um convite incômodo, necessário. Porque só se cura aquilo que se tem coragem de olhar. Quantas feridas ainda carregamos da senzala? Este livro mergulha nas memórias e nas vivências que revelam como a escravidão moldou o Brasil — e como ela continua viva nas relações de poder, no racismo e na exclusão. Senzala: feridas abertas é mais que história. É resistência. É o grito de quem não quer esquecer para que o futuro possa, enfim, ser diferente. Há dores que não cicatrizam. Há histórias que insistem em ser contadas. Nas páginas de Senzala: feridas abertas, a autora costura, de forma poética e sensível, passado e presente para nos lembrar que a liberdade não apagou as marcas. Aqui, a senzala fala. E, quando ela fala, o Brasil inteiro é chamado a ouvir.


Senzala: feridas abertas pede para ser lido com coragem. A autora Margarete Monteiro Pinto inicia o livro a partir de um pé de jambo tomado por cupim que precisou ser cortado, no entanto, resistiu, frondoso. Neste livro, as paredes da senzala falam. E o que elas contam não ficou no passado. Entre memórias, silêncios e resistências, somos levados a encarar as feridas que o Brasil insiste em esconder — as da escravidão, do racismo e das desigualdades que atravessam gerações. Com uma escrita sensível e firme, a autora dá voz a quem foi calado e ilumina histórias que ainda doem. É um mergulho na nossa história para entender o presente e imaginar outros futuros possíveis.

Um livro necessário. Um livro que não o deixa igual depois da última página. As marcas não cicatrizaram. Senzala: feridas abertas atravessa o tempo para nos lembrar que a dor da senzala ainda ecoa nas ruas, nas escolas, no trabalho. É um convite para olhar de frente, escutar e não esquecer. Porque só encarando a ferida é possível pensar em cura.

O que a senzala tem a dizer sobre o Brasil de hoje? Neste livro, a autora resgata histórias, documentos e vivências para mostrar como o passado escravocrata molda ainda nossa sociedade. Senzala: feridas abertas é história, é denúncia e é resistência. Leitura essencial para quem quer compreender de verdade as raízes das desigualdades brasileiras.


Margarete Monteiro Pinto é pedagoga, psicopedagoga, pesquisadora, educadora e escritora. Dedica seus estudos às relações étnico-raciais, à memória e às resistências do povo negro no Brasil. Com Senzala: feridas abertas, une pesquisa histórica e sensibilidade literária para dar voz a histórias que foram silenciadas. Acredita que olhar para o passado é o primeiro passo para construir um futuro mais justo. É natural de Macaé (RJ) e recebeu o título de Cidadã Campista. Atua como Diretora Geral do Liceu de Humanidades de Campos, onde a resistência de um pé de jambo chamou sua atenção para um olhar sobre a senzala. Trabalhou por trinta e sete anos como pedagoga em sua cidade natal. Acredita que, através da educação, podemos transformar a sociedade.


Serviço:


Senzala

Feridas Abertas

Margarete Monteiro Pinto

Scortecci Editora

Poesia

ISBN 978-85-366-7475-9

Formato 14 x 21 cm 

52 páginas

1ª edição - 2026

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A VIDA É / Celso Viáfora

Um dia quebrou o CD player lá de casa e passei a ouvir música no carro ou nas plataformas de streaming. Pouco depois, troquei o carro e já não havia modelo que viesse com leitor de CD. Produzi este livreto porque, ao passar a ouvir as músicas online, sinto imensa falta de informação (qual o autor? quem é o arranjador? quem arrebentou naquele solo?). Assim, se o CD é uma mídia morta – como preconizam sobretudo os mais contemporâneos –, decidi lançar não um disco, mas um encarte caprichado, com ficha técnica detalhada e letras (ah, que falta me faz quando não tenho as letras! Sinto como se ainda não tivesse ouvido o disco completamente). Já que seria um livreto, por que não acrescentar histórias sobre como e para que foram criados cada uma das canções e cada um dos arranjos, o que foi buscado com a escolha e o fraseado de cada instrumento, disponibilizar partituras para que os interessados possam tocá-la, apresentar os músicos? Em vez de comercializar as canções, deixá-las acessíveis a todos, disponibilizadas nas plataformas. E, aqui, oferecer conteúdo: toda e qualquer informação ou curiosidade sobre elas. Era o que iríamos fazer. Eis que no meio do caminho alguns amigos – sobretudo os mais detalhistas – me pediram que não deixasse de encartar o CD. Queriam ouvir o álbum sem o filtro e a intermitência das redes, com atenção e demora – a paixão pelo momento prazeroso de sorver a música no silêncio de casa, num som mais amplo, graves e agudos soando inteiros. Achei justo o pedido e incluí o CD. Novos tempos: deixo de lançar um CD com encarte para editar um livreto cujo encarte é o CD. Informação não falta. Nem som. Tá na mão. Espero que gostem.


Sempre busquei a ideia de meus discos, além da história individual de cada canção, apresentarem uma segunda história, aquela contada a partir da justaposição não aleatória das músicas numa ordem que, ao fim da audição, executa um roteiro e cria como que um filme sonoro. O conceito vem do tempo e do modo como fui acostumado a ouvir música. O vinil (completamente) e o CD (menos, mas ainda assim) nos obrigavam a acompanhar o disco do começo ao fim. O vinil porque, para trocar de música, era necessário ir até o toca-discos, erguer a agulha e ter a habilidade de recolocá-la na faixa que se queria ouvir. Era, portanto, mais cômodo ouvir tudo e esperar por ela e, nesse percurso, acabávamos descobrindo nas outras canções belezas que, antes, despercebemos e, no todo da obra, um sentido mais amplo construído através da história contada pela ordem como as músicas foram dispostas no LP. O CD porque, embora podendo trocar de faixa, não era possível trocar de artista, senão tendo que ir até o player para efetuar a substituição. Assim, era igualmente mais cômodo seguir ouvindo o mesmo artista e, por consequência, ouvia-se o disco inteiro. Hoje o streaming mudou tudo isso. Ouve-se fortuitamente a quem se quer, quando e na ordem que se queira, de modo que muito poucas pessoas ainda seguem ouvindo um disco de cabo a rabo. Então por que insisto em procurar criar um roteiro nos meus álbuns? Não sei ao certo. Talvez porque tenha sido assim que aprendi a ouvir música ou talvez porque o álbum contar uma segunda história, quando ouvido na sequência proposta pelo artista, não prejudica a audição descontínua. É apenas uma outra forma, uma segunda experiência contida, sem custo, num mesmo produto. A quem puder, sugiro que o faça, nem que seja uma única vez. São 47 minutos. Muito para os dias atuais, concordo, mas se comparado a um filme que tem duas horas ou, mais ainda, a uma série cujas temporadas têm, cada uma, quatro ou cinco, fica menos impossível. Uma série: taí! Talvez sejam elas o melhor exemplo: ouvir uma canção isoladamente é semelhante a assistir apenas um episódio. Ouvir o disco todo, a temporada completa.


Serviço:


A Vida É

Celso Viáfora

Scortecci Editora 

Música

ISBN 978-65-5529-322-7

Formato 14 x 21 cm 

92 páginas

2ª edição - 2026

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O ATOR INVISIVEL / Hermes Baroli

 

A dublagem é uma arte invisível. Quando funciona bem, o público não percebe o trabalho por trás dela. Vê apenas o personagem, a história e a emoção. Mas transformar uma atuação original em uma interpretação que pareça natural em outro idioma exige muito mais do que sincronizar palavras. Em O ator invisível — A arte de desaparecer na dublagem, Hermes Baroli reúne quatro décadas de experiência como ator, diretor de dublagem e formador de profissionais para revelar os bastidores de um ofício frequentemente mal compreendido. Entre memórias pessoais, reflexões sobre mercado, relatos de estúdio e observações sobre técnica e interpretação, o autor conduz o leitor por uma jornada que passa pela formação artística, pelo desenvolvimento profissional e pelos desafios de construir uma carreira duradoura. Mais do que um livro sobre dublagem, esta é uma obra sobre atuação, disciplina, escuta e serviço à narrativa. Destinado a estudantes, profissionais e apaixonados pela arte de dar voz a personagens, O ator invisível convida o leitor a compreender por que, em uma profissão que exige tanta presença, o maior elogio talvez seja justamente desaparecer.

Hermes Baroli completa, em 2026, quarenta anos de carreira na dublagem. Ator, diretor de dublagem, empresário e professor, sua trajetória acompanha parte importante da transformação da indústria audiovisual brasileira e internacional nas últimas décadas. Iniciou sua carreira ainda na infância e, desde então, construiu uma trajetória que atravessa diferentes gerações da profissão. Ao longo dos anos, deu voz a personagens marcantes do cinema, da televisão e da animação, além de dirigir centenas de horas de conteúdo para plataformas e estúdios internacionais. Em 2005, fundou a Dubrasil — Central de Dublagem, escola responsável pela formação de inúmeros profissionais do mercado brasileiro. Em 2017, mudou-se para Los Angeles, onde passou a atuar também como diretor de dublagem em inglês para produções destinadas ao mercado global. Entre os projetos que dirigiu, estão séries e filmes para plataformas como Netflix e Amazon, incluindo Senna, DNA do crime, Irmandade, Cangaço novo e O filho de mil homens. Formado em Artes Cênicas pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP), Hermes acredita que a dublagem é, antes de tudo, um trabalho de interpretação. Uma arte que exige precisão técnica, sensibilidade artística e a disposição de servir à história acima do próprio ego. O ator invisível — A arte de desaparecer na dublagem é seu primeiro livro.


Serviço:


O Ator Invisível

A Arte de Desaparecer na Dublagem

Hermes Baroli

Scortecci Editora 

Biografia

ISBN 978-85-366-7457-5

Formato 14 x 21 cm 

88 páginas

1ª edição - 2026

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MEMÓRIAS DA XIV TURMA DA FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO / José Cândido Monteiro da Silva Machado

Entre plantões, aulas, amizades e situações tão improváveis quanto inesquecíveis, nasceram histórias que atravessaram o tempo. Algumas aconteceram exatamente como são contadas. Outras foram transformadas pela memória, pelas inúmeras vezes em que foram relembradas e pelo inevitável tempero da boa narrativa. Este livro reúne lembranças de uma época marcante, quando a vida parecia acontecer com intensidade, humor e descobertas a cada dia. São episódios que celebram a amizade, a formação de uma geração de médicos e a certeza de que o passado continua vivo em quem o viveu. Sem a pretensão de reconstruir cada detalhe com rigor absoluto, o autor convida o leitor a embarcar em relatos que misturam memória, afeto e imaginação, mostrando que, muitas vezes, o mais importante não é a exatidão dos fatos, mas a verdade das experiências que eles carregam.


Com um misto de surpresa e gratidão, recebi o convite para escrever o prefácio do livro de memórias da XIV Turma da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Foi, sem dúvida, uma turma muito especial, pela congregação amistosa de seus membros e pela crença em sua força para reivindicar e conseguir mudanças necessárias. No esporte também se destacou, tendo os “bichos” sido campeões nos jogos da XIV Turma pela primeira vez. A inovação foi uma característica superimportante dessa inesquecível turma. Descobriram que os alunos, se fossem unidos, teriam o poder de modificar o que, na faculdade, não correspondia às suas expectativas. Foram necessárias assembleias e reuniões para que as reivindicações que surgiam pudessem ser discutidas e aprovadas e as melhorias introduzidas, fossem no estudo, no esporte, no carnaval ou na política, como, por exemplo, na encampação da instituição. Com satisfação, convido os leitores a conhecerem este livro e os feitos dessa turma que fez história na FAMERP.

Profa. Dra. Emirene Maria Trevisan Navarro da Cruz - 6 de agosto de 2026


José Cândido Monteiro da Silva Machado nasceu em Araraquara (SP). Em 1981, ingressou na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, integrando a XIV Turma, objeto destas memórias. Graduou-se médico em 1986 e, em seguida, realizou residência médica em Moléstias Infecciosas na Universidade Estadual Paulista (UNESP), em Botucatu. Retornou a São José do Rio Preto em 1989, onde fez residência em Cardiologia no Instituto de Moléstias Cardiovasculares (IMC). Na década de 1990, especializou-se em Geriatria pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre, e em Medicina do Tráfego, em São Paulo. Dedicou sua carreira prioritariamente ao serviço público. Foi médico da Prefeitura Municipal de Araraquara, onde participou da implantação da geriatria no município, tornando-se um dos seus pioneiros. Atuou também como médico da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), campus de Araraquara, e do Sanatório de Tuberculose Nestor Goulart Reis. Atuou e atua no sistema cooperativista Unimed e na clínica privada. Sempre acreditou que a medicina vai muito além do diagnóstico e do tratamento, sendo também uma profissão construída por histórias, encontros e relações humanas. Apaixonado por história, reuniu neste livro lembranças da vida universitária, dos mestres, dos colegas e das experiências que marcaram sua formação médica. Mais do que um relato autobiográfico, esta obra é uma homenagem à amizade, aos mestres da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e aos colegas da XIV Turma, que transformaram os anos da juventude em lembranças para toda a vida.


Serviço:


Memórias da XIV Turma da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto

José Cândido Monteiro da Silva Machado

Scortecci Editora 

Crônicas

ISBN 978-85-366-7500-8

Formato 14 x 21 cm 

164 páginas

1ª edição - 2026

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